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Ensinando com amor

oficinas direcionadas

Pedagógicas
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Atividades de Vida Diária
Cão terapia

Sobre nós

Quem somos

A Associação Aquarela Pró-Autista, Organização da Sociedade Civil, filantrópica, sem fins lucrativos que nasceu da preocupação e da mobilização de um grupo de pais e pessoas da comunidade comprometidas com a causa dos Autistas. 

Em 2009 começou um movimento em prol do Autismo em Erechim, pois percebeu-se a extrema importância da causa e a necessidade de informação, conhecimento e qualificação técnica para o atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA. 

A entidade foi constituída em 20 setembro de 2009, com a participação voluntária de um grupo que se propôs a prestar serviços, realizando reuniões e estudos aprofundados sobre o tema e partilhando-os com a comunidade, em especial com os pais dos autistas, além de qualificar profissionais e prestar atendimento adequado.

A entidade iniciou seu funcionamento em agosto 2011, e, a partir de abril de 2012 teve uma sede alugada na rua Antônio Burin, n° 35, Bairro Santa Catarina. Nesse ano foram iniciados os atendimentos com 11 autistas e suas respectivas famílias. 

A entidade trabalha com grande empenho na concretização de seu objetivo, que é o atendimento direto às crianças, jovens e adultos com Autismo, prestando suporte às famílias.

O grande desafio é estimular e desenvolver ao máximo a capacidade e o potencial do Autista, usando diferentes instrumentos, desenvolvidos ou adaptados. 

As atividades propostas são desenvolvidas por meio de oficinas: pedagógica, música, artes, psicomotricidade e informática. Há   acompanhamento de psicóloga e de assistente social. 

A entidade tem parcerias com Erechim e municípios da região, prestando atendimento direcionado ao autista.

A entidade busca ampliar o atendimento cognitivo e terapêutico multidisciplinar, de forma assistencial, apoiando e orientando as famílias dos autistas, visando o desenvolvimento, a autonomia e a integração social dessas crianças e jovens, como garante a Constituição Federal, sem discriminação. Nesse sentido, zela pela defesa dos direitos dessas pessoas, com vistas a assegurar-lhes vida digna e desenvolvimento integral, valendo-se de métodos e técnicas específicas para o aprendizado dos autistas.

Sobre

Nossos
valores

ATENDER crianças, adolescentes, jovens e adultos com Transtorno do Espectro Autista – TEA e/ou transtornos associados, bem como às famílias, possibilitando o fortalecimento dos laços familiares e convivência social, garantindo a defesa dos seus direitos.

COLABORAR com os órgãos responsáveis pelas Políticas Públicas, prestando Assessoria Técnica quando for solicitado sobre questões pertinentes ao trabalho da Entidade e ampliar o conhecimento acerca da temática do Autismo.

PRODUZIR E SOCIALIZAR o conhecimento através de pesquisas e ações promocionais, visando contribuir para o aperfeiçoamento continuado dos profissionais envolvidos.

ZELAR pela defesa dos direitos das pessoas autistas, com vistas a assegurar-lhes vida digna e seu desenvolvimento integral.

A Associação Aquarela Pró Autista oferece atendimento para pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA, sem discriminação de raça, cor, sexo e crença.

Missão

Promover atendimento qualificado aos autistas, articular ações em defesa de seus direitos, orientar e apoiar as famílias, visando a qualidade de vida e a inclusão social.

Visão

Ser uma instituição de referência em autismo reconhecida pela excelência de seus serviços.

Princípios

- Ética - Confiança - Cuidado com o outro - Solidariedade - Qualificação e valorização das pessoas - Profissionalismo

Objetivos Estratégicos 2019/2021

- Construir uma sede própria para a Associação Aquarela Pró Autista.
- Qualificar recursos humanos comprometidos com a causa do Autismo.
- Ampliar a oferta de atendimentos.

Muito amor e carinho

Atividades desenvolvidas

Sua ação faz a diferença

O que é

Autismo?

O autismo foi descrito pela primeira vez em 1943 pelo Dr. Leo Kanner (médico austríaco, residente em Baltimore, nos EUA) no seu artigo escrito originalmente em inglês. O médico estudou onze crianças que tinham isolamento excessivo desde o início da vida e desejos obsessivos pela preservação das mesmas coisas. Por causa dessas obsessões, o austríaco usou o termo “autismo infantil precoce”, destacando que os sintomas já apareciam na primeira infância. Kanner também observou que essas crianças respondiam de maneira diferente ao ambiente em que viviam e a maioria delas apresentava movimentos estereotipados, resistência à mudança na rotina e ecolalia associada ao uso de linguagem inadequada, demonstrando aversão aos pronomes. Leo Kanner contextualizava essas observações no desenvolvimento e enfatizava a predominância dos déficits de relacionamento social e dos comportamentos incomuns.

O autista possui comprometimento no relacionamento interpessoal, na linguagem e na comunicação, na capacidade simbólica e há o aparecimento de estereotipias.

É bom deixar claro que o autismo se diferencia de deficiência intelectual.

O ponto crucial no autismo é justamente a dificuldade de sociabilização, ou seja, a dificuldade de relacionar-se com os outros, a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade de discriminação entre diferentes pessoas. 

Um exemplo disso é que muitas vezes a criança parece afetiva, aproxima-se das pessoas beijando e abraçando, mas na verdade ela adota essa postura sem diferenciar as pessoas. Para ela, se essa pessoa for a mãe ou alguém que ela nunca viu, agirá da mesma forma, usando um padrão repetitivo com todas as pessoas que se aproximam dela.

Na área da imaginação, as crianças com autismo se caracterizam pela dificuldade de se ocuparem com atividades próprias da sua idade, por exemplo: por volta de dois anos em diante, as crianças de desenvolvimento típico vão demonstrando interesse em querer imitar o que os adultos fazem, brincam de faz de conta e são capazes de ocupar o tempo livre com brincadeiras. No entanto, as crianças autistas brincam de modo atípico com brinquedos e podem apresentar interesses peculiares por coisas que normalmente não chamam tanto a atenção de crianças de desenvolvimento típico.

As crianças autistas podem apresentar comportamentos estranhos com o próprio corpo, como andar nas pontas dos pés, fazer o balanceio do corpo, apresentar posicionamentos atípicos das mãos (gostar de olhar para a palma das mãos ou balançar as mãos ao lado do corpo).

As crianças com autismo podem apresentar também ansiedade diante do tempo livre, tendendo a se ocupar com atividades repetitivas e apresentando necessidade de rotinas rígidas, pois isso lhes oferece previsibilidade e segurança. 

Diagnóstico

O diagnóstico do autismo é essencialmente clínico, realizado por meio de observação direta do comportamento do paciente e de uma entrevista com os pais ou cuidadores. Os sintomas característicos dos transtornos do espectro do autismo (TEA) estão sempre presentes antes dos 3 anos de idade, com um diagnóstico possível por volta dos 18 meses. Normalmente os pais começam a se preocupar entre os 08 e os 18 meses, na medida em que a linguagem não se desenvolve. Ainda não há marcadores biológicos e exames específicos para autismo, mas alguns exames, como o cariótipo com pesquisa de X frágil, o eletroencefalograma (EEG), a ressonância magnética nuclear (RNM), os erros inatos do metabolismo, o teste do pezinho, as sorologias para sífilis, rubéola e toxoplasmose; a audiometria e testes neuropsicológicos podem ser necessários para investigar as causas e doenças associadas. Os dois manuais diagnósticos utilizados internacionalmente são o CID e o DSM. Também existem algumas escalas padronizadas para o diagnóstico e rastreio de autismo, mas elas somente devem ser utilizadas por profissionais treinados e capacitados para isso. O CID-10 é o critério adotado no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ele abrange todas as doenças, incluindo os transtornos mentais, e foi elaborado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). CID-10 significa “Classificação Internacional de Doenças”, e o número 10 indica a versão, ou seja, já foram realizadas 10 atualizações e revisões desse código. O DSM-5 abrange apenas os transtornos mentais e tem sido mais utilizado em ambientes de pesquisa, porque possui itens mais detalhados, em forma de tópicos. Foi elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria. DSM-5 é uma sigla inglesa, Diagnostic and Statistical Manual, que significa Manual de Diagnóstico e Estatística e o número 5 da sigla é usado para indicar que já foram feitas cinco revisões. Um diagnóstico de TEA envolve prejuízos na interação social e na comunicação, além da presença de padrões restritos de comportamento e interesses. O prejuízo nas interações sociais inclui déficit no uso de formas não-verbais de comunicação e interação social; não desenvolvimento de relacionamentos com colegas; ausência de comportamentos que indiquem compartilhamento de experiências e de comunicação (Ex.: habilidade de “atenção compartilhada” – mostrando, trazendo ou apontando objetos de interesse para outras pessoas); e falta de reciprocidade social ou emocional. O prejuízo na comunicação inclui atrasos no desenvolvimento da linguagem verbal, não acompanhados por uma tentativa de compensação por meio de modos alternativos de comunicação, tais como gestos em indivíduos não-verbais; prejuízo na capacidade de iniciar ou manter uma conversa com os demais (em indivíduos que falam); uso estereotipado e repetitivo da linguagem; e falta de brincadeiras de faz-de-conta ou de imitação social (em maior grau do que seria esperado para o nível cognitivo geral daquela criança). Os padrões restritivos repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades incluem preocupações abrangentes, intensas e rígidas com padrões estereotipados e restritos de interesse; adesão inflexível a rotinas ou rituais não-funcionais específicos; maneirismos estereotipados e repetitivos (tais como abanar a mão ou o dedo, balançar todo o corpo); e preocupação persistente com partes de objetos (Ex.: a textura de um brinquedo, as rodas de um carro em miniatura, as pás de ventiladores, etc.). O termo transtorno do espectro do autismo foi cunhado devido a variação notável na expressão de sintomas e graus de acometimento no autismo. As crianças com um grau mais baixo de funcionamento geralmente não apresentam uma linguagem funcional, seja verbal ou não-verbal, somado a um marcado isolamento da interação social. Em um nível médio de funcionamento, as crianças podem aceitar a interação social passivamente, mas geralmente não a procuram. Nesse nível, pode-se observar alguma linguagem espontânea. Entre as que possuem grau mais alto de funcionamento e são um pouco mais velhas, seu estilo de vida social é diferente: elas podem interessar-se pela interação social, mas tem dificuldade em iniciá-la ou mantê-la de forma típica. Podemos incluir aqui as pessoas com Síndrome de Asperger. As características comportamentais do autismo se alteram durante o curso do desenvolvimento. Há um considerável potencial para diagnósticos equivocados, especialmente nos extremos dos níveis de funcionamento intelectual. A avaliação da criança com autismo deve incluir um histórico detalhado, avaliações de desenvolvimento, psicológicas e de comunicação abrangentes, além da avaliação de habilidades adaptativas, ligadas às atividades de vida diária.   Referências Bibliográficas: Associação Americana de Psiquiatria, APA. DSM V – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 5. ed.rev. – Porto Alegre: Artmed, 2014.

Tratamento

O tratamento do autismo envolve as intervenções de médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos além da imprescindível orientação aos pais ou cuidadores. É altamente recomendado que uma equipe multidisciplinar avalie e desenvolva um programa de intervenção personalizado, pois nenhuma pessoa com autismo é igual a outra. Os métodos de intervenção mais conhecidos e utilizados internacionalmente para promover o desenvolvimento social e cognitivo da pessoa com autismo, além de possuírem vasta pesquisa que atesta sua eficácia são:
TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handcapped Children): é um programa estruturado que combina diferentes materiais visuais para organizar o ambiente físico por meio de rotinas e sistemas de trabalho, de forma a tornar o ambiente mais compreensível. Esse método visa a independência e o aprendizado.
PECS (Picture Exchange Communication System ou Sistema de Comunicação por troca de figuras) é um método de comunicação alternativa por meio de troca de figuras. É uma ferramenta valiosa tanto na vida das pessoas com autismo que não desenvolvem a linguagem falada, quanto na vida daquelas que apresentam dificuldades ou limitações na fala.
ABA (Applied Behavior Analysis ou Análise do Comportamento Aplicada) consiste na aplicação dos princípios fundamentais da teoria do aprendizado baseado no condicionamento operante e reforçadores com o objetivo de incrementar comportamentos socialmente significativos, reduzir comportamentos indesejáveis e desenvolver habilidades. Há várias técnicas e estratégias de ensino e tratamento comportamentais associados a análise do comportamento aplicada que têm se mostrado útil no contexto da intervenção, incluindo (a) tentativas discretas, (b) análise de tarefas, (d) ensino incidental e (e) análise funcional.
Medicações: O uso do medicamento deve ser prescrito pelo médico especialista da área e indicado quando existe alguma comorbidade neurológica e/ou psiquiátrica e quando os sintomas trazem algum prejuízo, seja social ou ocupacional à vida cotidiana. Porém, vale ressaltar que até o momento não existe uma medicação específica para o tratamento do autismo. É importante o médico informar sobre o que se espera da medicação, qual o prazo esperado para que se perceba os efeitos, bem como os possíveis efeitos colaterais e particularidades ligadas ao autismo.

O que as pessoas falam?

depoimentos

faça sua doação

Hoje olhando para trás, o que tínhamos quando meu filho foi diagnosticado com autismo era nada, o que fez com que toda família se engajasse em prol da entidade porque sabemos o futuro que teremos que enfrentar. Então, tendo um espaço que saiba como é a patologia, com trabalho específico e adequado para autistas, ele tem grandes chances de poder ter um meio social, um local para frequentar que respeite a condição dele. Depois que a Aquarela surgiu temos uma outra família.

Marilei da Rosa, mãe do Gustavo Auler

Tenho um filho de 8 anos com autismo, ele frequenta a Aquarela desde os 5 anos de idade. Tem atendimento com psicóloga, musico terapeuta e pedagogas. O Diogo teve resistência no início do tratamento não querendo ir as terapias, mas agora ama todos os profissionais e não vê a hora de chegar terça para poder ir para Aquarela que faz parte de sua vida... Ele desenvolveu muito seu comportamento, habilidades desde que iniciou na Aquarela.... Agradeço a todos profissionais envolvidos... Obrigada de coração.

Joslaine Salete Dutra Facchi, mãe do Diogo Dutra Facchi

Sou a Josiane Carla Costa mãe do Richard Raniel Hermes que tem TEA. A AQUARELA têm grande importância em nossas vidas, pois é parte fundamental para o desenvolvimento e socialização dele. A equipe que atende meu filho é maravilhosa e muito competente, ele ama estar na AQUARELA. Além disso os familiares recebem apoio e suporte psicológico.

Josiane Carla Costa, mãe de Richard Daniel Hermes

Idione Fátima Ecco mãe de Matheus Estevan EccoSou Idione, mãe do Matheus que frequenta a Aquarela desde dos 4 anos, hoje com 12 anos. O Matheus teve uma evolução muito grande em sua vida. A associação Aquarela Pro Autista é muito importante para o desenvolvimento das crianças autistas.

Idione Fátima Ecco mãe de Matheus Estevan Ecco

Endereço:

Rua Antonio Burin, nº 35 Bairro Santa Catarina Erechim

Telefone e whats:

+55 (54) 3712-3005

Horários

Seg - Sexta: 08 às 11 | 13 às 17hs